sexta-feira, 16 de junho de 2017

COLÉGIO SANTA TEREZINHA - BADY BASSITT - SP

Dia 06 de junho foi dia de palestra no Colégio Santa Terezinha, em Bady Bassitt, interior de São Paulo. Uma galera superlegal do 8º ano me aguardou com um trabalho lindo, um curta-metragem inspirado no meu livro O vaso chinês, da Editora do Brasil.
Foi bacana demais, me emocionei muito!
Excelente trabalho! Parabéns alunos e parabéns aos professores envolvidos!











COLÉGIO VEM SER - SÃO JOSÉ DO RIO PRETO - SP

No dia 07 de junho, estive conversando com os alunos dos 2ºs aos 5ºs  sobre meus livros infantis Maioria Minoria, Valter Valente e Pedro Preguiça e Tudo o que mais queria, da Editora do Brasil. Foi um dia encantador! As crianças me deixaram muito felizes com sua participação. Adorei!
Vejam algumas fotos nossas:

















segunda-feira, 5 de junho de 2017

DIA DO MEIO AMBIENTE

Hoje, 05 de junho, é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente.

Dois livros meus muito bacanas para debater o assunto são o infantil Rio vivo rio morto e o juvenil Procura-se um planeta sustentável.

Você conhece essas histórias?



Veja aqui:
Rio vivo rio morto



e aqui:
Procura-se um planeta sustentável



sexta-feira, 2 de junho de 2017

ENTREVISTA AUTORES E LIVROS

Fiz uma entrevista esses dias com a Margarida Patriota, da Rádio Senado. Ela tem um programa bem bacana chamado "Autores e Livros". Falei um pouco sobre literatura, claro, além de falar sobre a minha carreira e o meu último lançamento, o livro infantil Maioria Minoria.
Ficou legal! Dá uma olhada! O link está logo abaixo.

"A entrevistada do programa dessa semana, Tânia Alexandre Martinelli, é natural de Americana, São Paulo, e conta com dezenas de títulos publicados para o público infantojuvenil. Tânia Alexandre Martinelli publicou seu primeiro livro em 1998 e no momento se dedica integralmente à literatura, escrevendo e ministrando palestras para alunos e professores."





http://www12.senado.leg.br/radio/1/autores-e-livros/maioria-minoria-tania-alexandre-martinelli

terça-feira, 18 de abril de 2017

DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL




Dia do autor, do editor, de Monteiro Lobato. Dia também do leitor, aquele que nos impulsiona a escrever o melhor de nós a cada dia. Aquele com quem nos encontramos nas palavras, na aflição e no suspiro, nessa vida que é tão parecida com a de todo mundo. Criamos para os leitores, nos aliamos aos professores, almejamos a cultura como um bem comum. Que nenhum de nós desista ou deixe de acreditar que a leitura é quem realmente nos leva a um mundo mais justo.

terça-feira, 21 de março de 2017

MAIORIA MINORIA

Ótimo livro para refletir com as crianças!


segunda-feira, 13 de março de 2017

COLÉGIO FUNDAMENTUM - VALINHOS - SP

Sexta-feira passada, 10 de março, foi dia da reabertura da biblioteca do Colégio Fundamentum, de Valinhos.
Todos os anos, o colégio desenvolve um projeto com os alunos do Ensino Infantil e Fundamental I e, dessa vez, fui convidada para falar com as crianças sobre leitura, livros, histórias (minhas e deles!).
Foi um dia muito gostoso! Parabéns aos organizadores, com um beijo especial para o palhaço Lulu (o professor de Teatro, Luciano) e a palhacinha Tatá (a bibliotecária Tabita).
Viva a leitura sempre!!















quarta-feira, 1 de março de 2017

FEIRA INTERNACIONAL DO LIVRO DE BOLONHA - ITÁLIA

Entre os dias 3 e 6 de abril, acontecerá em Bolonha, na Itália, a Feira Internacional do Livro.
Na bagagem da Editora do Brasil, meu lançamento Maioria Minoria, que já esteve na Feira Internacional do Livro em Guadalajara, México, no ano passado.

Você conhece a história deste livro?
Veja as reflexões que ele traz:

Será que a maioria deve sempre vencer? E a vez das minorias, quando será? E se a maioria quiser algo que faça mal a uma minoria, nunca poderemos questionar?

João Pedro adora fazer perguntas. Além disso, ele gosta muito de brincar com o significado das palavras, e assim, compreendê-las de modo mais profundo. Com toda a sua sensibilidade, esse menino desperta para o mundo questionando o preconceito velado que está na fala e nos gestos de muitas pessoas.

Por meio das amizades e da sua mania de filosofar, ele descobre que um mundo verdadeiramente justo precisa ser construído. Afinal, todos devemos ser respeitados em nossas diferenças e individualidades.


segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

FERIA INTERNACIONAL DEL LIBRO DE GUADALAJARA - MÉXICO

A Editora do Brasil levou três livros meus para a Feira Internacional do Livro de Guadalajara, no México, que aconteceu entre os dias 26 de novembro e 04 de dezembro. 
Olha só que bacana ficaram os textos em espanhol,
 para o catálogo:




quarta-feira, 16 de novembro de 2016

REVISTA CONEXÃO LITERATURA

No início deste mês, fui entrevistada pela Revista Conexão Literatura.
Conheça um pouco sobre a minha relação com o livro Louco por HQs e os quadrinhos.


Conexão Literatura: Você é autora de vários livros, entre eles "Louco por HQs" (Editora do Brasil), poderia comentar?
Tânia Alexandre Martinelli: Caio adora histórias em quadrinhos, admira vários autores, e esse gosto pelas HQs o estimulou a produzir as próprias histórias. O livro apresenta duas histórias paralelas: a vida real de Caio e a ficção criada por ele em suas HQs. No que se refere ao mundo do personagem, o narrador é ele mesmo, um adolescente em crise que usa a nona arte para extravasar suas emoções. Ao escrever o livro, fiz várias pesquisas sobre esse gênero que tem conquistado cada vez mais espaço no mundo inteiro. São muitos autores estrangeiros, muitos brasileiros – os quais vem merecidamente se destacando e ganhando prêmios importantes. Na história de Caio, todos os personagens criados por ele fazem referência a roteiristas estrangeiros, uma vez que é esse tipo de quadrinhos que ele mais lê, mais gosta e se identifica. Cada um deles leva o nome de seus autores preferidos, como Will (Will Eisner), Neil (Neil Gaiman), Alan (Alan Moore) e Stan (Stan Lee). Há ainda o Frank (Frank Miller), o policial de suas histórias. Mas a referências não param por aí. Como todo herói tem suas características, as criações de Caio também têm. Todos os superpoderes dos seus heróis se relacionam aos personagens que esses grandes autores criaram. Caio não é um garoto com a mente muito aberta, a princípio, e suas criações parecem não fugir muito do formato que tem experimentado em suas leituras: vilões, heróis e heroínas, estas últimas pautadas na aparência física e na fragilidade. Assim é até conhecer uma pessoa com uma visão um pouco diferente da sua.
Conexão Literatura: Você também é fã de quadrinhos?
Tânia Alexandre Martinelli: Fui muito fã na infância e na adolescência. Meus personagens amados eram os da Turma da Mônica, do Maurício de Souza, assim como são para praticamente todos da minha geração. Lia também os quadrinhos do Wall Disney. Aprendi ampliar desenhos, nessa época, e isso se tornou meu passatempo preferido. Ampliava todos eles em folhas de sulfite por puro prazer de tê-los comigo. Passada essa fase, pulando anos, quando fui professora trabalhei muito com as HQs nas minhas aulas de Português, com as revistas e as tiras. Na época das minhas pesquisas para o livro, voltei a ler. Mas claro, histórias completamente diferentes, aí já eram os quadrinhos para jovens e adultos. Não conhecia muita coisa sobre os mangás, nem as histórias para esse público. Assisti a todos os filmes disponíveis baseados nas HQs (e sobre isso há uma cena interessante em que Caio afirma ao amigo Davi que “a gente não pode dizer que esses filmes inspirados nos quadrinhos representam as HQs. Eles podem ser bons e tudo, mas não são as histórias em quadrinhos, não são o que chamamos de Nona Arte. São filmes.”). Por fim, foi um longo trabalho de pesquisa. E que valeu muito a pena.
Conexão Literatura: As ilustrações de "Louco por HQs", foram elaboradas pela Quanta Estúdio. Como foi o processo de criação da arte e a escolha pelas ilustrações?
Tânia Alexandre Martinelli: A escolha da Quanta Estúdio foi da equipe de arte da Editora do Brasil em conjunto com o editorial. Todo o projeto gráfico foi muito caprichado; o papel e o formato do livro têm as características de um livro de HQ. Da Quanta, trabalharam Julia Bax, Monique Novaes e Davi Calil. Cada um desses artistas trabalhou a ilustração de uma forma: os quadrinhos somente com balões, já que meu personagem não desenha, apenas escreve (e ele está justamente à procura de um/uma desenhista); os mangás e a caricatura dos autores de HQs que aparecem citados no final do livro, assim como a deles mesmos e a minha. O resultado de tudo isso foi mais do que aprovado por mim.
Conexão Literatura: Devido a sua larga experiência como escritora e professora, embora "Louco por HQs" não seja propriamente uma HQ, no seu ponto de vista qual a importância das HQs para o desenvolvimento intelectual de uma criança?
Tânia Alexandre Martinelli: Comentei um pouco na questão que se refere ao meu gosto por quadrinhos. Há anos eles vêm sido valorizados nas salas de aula. Quando eu era criança, isso inexistia, imagine só se ia entrar esse tipo de linguagem nas aulas. Os quadrinhos eram vistos como mero entretenimento. Não que não possam ser, e exatamente por ter esse aspecto lúdico é que é muito interessante de se trabalhar com os alunos. Essas histórias também trazem uma visão política, comportamental, alguns têm a acidez e a sutileza que só uma leitura mais atenta vai perceber. E isso é ótimo para desenvolver o senso crítico e a percepção dos fatos, a interpretação e a leitura do que está nas entrelinhas. Como na leitura de qualquer texto, aliás. Precisamos ajudar o aluno a entrar na profundeza das palavras e a não ficar só no superficial.
Conexão Literatura: Como nossos leitores poderão saber mais sobre você e suas obras?
Tânia Alexandre Martinelli: Mantenho um blog com todos os meus livros, com as sinopses e comentários em alguns deles. É este aqui: www.taniamartinelli.blogspot.com
Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?
Tânia Alexandre Martinelli: Sim! Estou terminando um livro juvenil e depois vou dar sequência a um outro, também para jovens. Já tenho a sinopse dele toda organizada, as características dos personagens. Gosto de fazer sinopses, nunca começo do zero, pois preciso entender sobre o que a história vai falar, quem serão os personagens e o que irão fazer. Este é o meu ponto de partida.



Tânia Alexandre Martinelli nasceu em Americana, São Paulo, em 19 de julho de 1964. É formada em Letras, Língua Portuguesa (PUCC) e Espanhola (FAM), e foi professora de Português durante dezoito anos. Publicou seu primeiro livro em 1998, atualmente são mais de 30, e nos últimos 11 anos vem se dedicando integralmente à literatura, escrevendo e ministrando palestras para alunos e professores. Seus livros têm sido selecionados para vários programas de leitura em todo o país e catálogos internacionais como o Children’s Book, Feira de Bolonha, Itália (2014), e Feira de Frankfurt, Alemanha (2012). “O vaso chinês” foi selecionado em 2014 para o Acervo Básico da FNLIJ – Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, na categoria jovem.